EUPHORIA
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peachydrew:
“Let us not forget that underneath there is a magic to it all”
Photos from behind the curtain at the 91st Academy Awards
Porque eu tô ainda muito inseguro de mim mesmo, e não acreditando absolutamente que alguém possa me curtir bem assim como eu sou. Eu não tenho quase experiência dessas transações, me enrolo todo, faço tudo errado – acabo me sentindo confuso. Tudo isso é tão íntimo, e eu já estou tão desacostumado de me contar inteiramente a alguém, tão desacreditando na capacidade de compreensão do outro, sei lá, não é nada disso, sabe? Conviver é difícil – as pessoas são difíceis, viver é difícil.
Mas se a gente não der certo juntos, não me venha com esse papo de amizade. Prefiro superar de longe, do que sofrer ao teu lado.
Eu sei que com você vai dar certo. Mesmo com as brigas, com as minhas implicâncias, mesmo com os desentendimentos. Vai dar certo porque eu sei que é você que eu quero, porque só tem você na minha vida, porque você está em todos os meus planos para o futuro. Vai dar certo porque nos amamos, e ninguém vai conseguir destruir o que sentimos um pelo outro. Eu sei que não.
Suicídio. Pensei nessas palavras muitas vezes. É algo difícil de dizer em voz alta. É ainda mais assustador quando você sente que pode estar falando serio.
Eu tenho o costume de sabotar todos os relacionamentos que venho a ter com alguém. Não digo somente dos namoros (que não representam quase 1% dessa estimativa), mas sim do geral, seja ele entre amigos ou até mesmo familiar. Eu tenho essa dificuldade de me apaixonar por alguém porque sempre que entro nessa me dou mal e isso acaba me “matando” um pouquinho por dentro. As pessoas dizem que é bom ter medo do que nos mata, mas eu digo a essas pessoas que, às vezes, ter medo do que nos mata (dependendo do que se trata) pode ser uma morte lenta e um pouco mais cruel, afinal, viver com medo da vida e das coisas que a envolvem é um tanto quanto passar por ela só respirando e esperando o tempo em que nem isso faremos mais.